Fala, beleza? Se você curte uma ação frenética com aquele toque de ficção científica, senta aí. Hoje o papo é sobre Bloodshot, o filme que tentou dar o pontapé inicial em um novo universo de heróis fora da bolha Marvel/DC.
Vou te contar o que achei e passar os detalhes técnicos pra você decidir se vale o play.
O que é Bloodshot e por que você deveria assistir
O título original é o mesmo: Bloodshot. O filme saiu em 13 de março de 2020, bem naquele momento esquisito em que o mundo estava fechando as portas por causa da pandemia. Isso prejudicou um pouco a bilheteria, mas o filme acabou ganhando fôlego no streaming e no digital.
A história é baseada nos quadrinhos da Valiant Comics. A premissa é direta ao ponto: Ray Garrison é um soldado que morre em combate, mas é trazido de volta à vida por uma corporação chamada RST. Só que ele não volta "normal". O cara é injetado com nanotecnologia — milhões de robozinhos no sangue que dão a ele força sobre-humana e uma regeneração instantânea. Se ele leva um tiro, o corpo reconstrói na hora. É o soldado perfeito, ou quase isso.
Direção, elenco e aquela pegada de ação
Quem comanda a máquina aqui é o diretor Dave Wilson. Ele veio do mundo dos efeitos visuais e cinematics de jogos (como Halo e Love, Death & Robots), então já dá para esperar um visual bem polido.
No elenco, temos:
Vin Diesel como Ray Garrison/Bloodshot (entregando aquele estilo "brucutu" que a gente conhece).
Eiza González como KT (ela manda muito bem nas cenas de ação).
Sam Heughan como Jimmy Dalton.
Guy Pearce como o Dr. Emil Harting, o cérebro por trás da operação.
Sobre a recepção, a nota no IMDb está em 5.7. Olha, sendo sincero: não é um filme que vai ganhar o Oscar de melhor roteiro, mas como entretenimento de sexta à noite, ele cumpre o papel. Não levou grandes premiações, mas foi indicado ao Visual Effects Society Awards pelos efeitos especiais, que são realmente o ponto forte.
Bastidores: Trilha sonora e locações
A música fica por conta de Steve Jablonsky, um cara que entende de barulho e escala (ele fez a trilha de Transformers). A trilha sonora ajuda a manter o ritmo lá no alto, sem deixar a peteca cair nas cenas de porrada.
Curiosamente, apesar de se passar em vários lugares do mundo, as locações de filmagem se concentraram muito na Cidade do Cabo, na África do Sul, e em Praga, na República Tcheca. Conseguiram dar um ar bem global e tecnológico para o filme usando esses cenários.
Curiosidades que você talvez não saiba
Pra fechar o combo, separei alguns pontos interessantes sobre a produção:
Universo Compartilhado: A ideia original era que este fosse o primeiro de vários filmes da Valiant, criando um universo cinematográfico próprio.
Treinamento: Vin Diesel, como de costume, focou bastante no preparo físico para passar a ideia de uma máquina de guerra imparável.
Efeitos Práticos: Apesar de muita computação, tentaram usar o máximo de efeitos práticos nas explosões para dar um peso real às cenas.
No fim das contas, Bloodshot é um filme de ação honesto. Tem tecnologia, tem vingança e tem o Vin Diesel sendo o Vin Diesel. Se você quer desligar o cérebro por duas horas e ver robôs microscópicos consertando gente, vai fundo.
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