Você gosta de histórias de bastidores, daquelas em que o jogo de interesses é jogado sem anestesia? Quando assisti a Tudo pelo Poder pela primeira vez, o filme me pegou logo no primeiro ato. Não é apenas mais um drama político de gabinete; é um retrato frio sobre até onde um cara estrategista topa ir para vencer.
Cheguei até a produção
interessado em ver o peso que o elenco carregava.
Qual é a verdadeira história
por trás de Tudo pelo Poder?
Lançado nos cinemas em 2011, o filme traz o título original de The Ides of March.
A trama acompanha
Stephen Meyers, um jovem e brilhante assessor de imprensa idealista.
No IMDb, o longa ostenta uma nota consistente de 7,1/10, o que reflete bem a sua entrega: um roteiro afiado e sem gordura sobressalente.
Quem
comanda a direção e o elenco de peso?
A direção de Tudo pelo Poder ficou a cargo de George Clooney, que também coescreveu o roteiro e interpreta o próprio governador
Mike Morris.
O grande trunfo do filme, porém, está no time que ele colocou na tela:
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Ryan Gosling
·
George Clooney
·
Philip Seymour Hoffman
·
Paul Giamatti
·
Evan Rachel Wood
·
Marisa Tomei
Para dar o tom certo de
realismo, a locação principal rodou no estado de Ohio (com gravações em Cincinnati e Oxford), além de passagens por Michigan.
A trilha sonora composta
por Alexandre Desplat merece destaque.
Quais
foram as premiações e curiosidades do filme?
O filme teve um alcance crítico forte e figurou nas principais premiações da temporada:
·
Academy Awards (Óscar):
·
Globo de Ouro:
·
BAFTA:
Bastidores e fatos interessantes
1.
Origem nos palcos:
2.
Tempo certo:
3.
Mestres em cena:
Por que a crítica considera Tudo pelo Poder um filme tão Fodástico?
Na minha leitura, a força de Tudo pelo Poder não vem de reviravoltas mirabolantes, mas da forma realista como trata a perda da inocência. É um filme sobre caras inteligentes tentando se antecipar aos passos do adversário em uma arena onde o erro custa caro.
Não há heróis puros aqui. O personagem de Ryan Gosling começa achando que pode mudar o mundo por meio do trabalho ético, mas percebe rápido que a lealdade na política é uma moeda de troca. Quando a chapa esquenta, a sobrevivência exige um instinto de preservação cirúrgico.
O ritmo conduzido por Clooney é
firme. A câmera não corre, os diálogos são secos e sem excessos, e o final não
entrega resoluções fáceis para acalentar o espectador. É um suspense adulto,
focado na mecânica do poder e nas decisões difíceis que se tomam nos bastidores
quando as luzes dos refletores se apagam. Se você busca um cinema bem
construído, direto e sem firulas, esse longa é uma parada obrigatória.
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